sábado, 31 de outubro de 2009

O racismo nosso de cada dia

O racismo de antes não existe. Que isso fique bem claro antes de começar esse artigo. O que chamamos de racismo hoje é um fantasma do passado que revive em grupos com complexo de inferioridade que radicalizam uma vingança, ou até um acerto de contas, pelos ataques que eles jamais sofreram – salve os grupos e instituições de preservação cultural.

“Ah” – dizem hoje – “Precisamos pagar os negros pelo que fizemos a eles no passado”. Os negros que sofreram no passado com a escravidão não estão mais vivos, e pagar seus decendentes é uma forma de reviver o racismo.


Criou-se então uma certa sensibilidade hipócrita quanto à cor da pele. Um negro chamar um branco pejorativamente de “leite azedo” não tem problema. Um branco chamar um negro de “preto” é crime inafiançável. Isso nos leva à racista conclusão de que ser branco, ser “leite azedo” é bom, e ser “preto” é ruim. Porque então existe essa lei?


Muitas universidades foram obrigadas a criar cotas para negros. Dessa forma, um branco com nota 80 é reprovado no vestibular, enquanto um negro com nota 50 passa. E novamente somos levados a crer que o negro é pior, é mais burro, e por isso precisa dessas regalias. Então porque fizeram esse sistema de cotas?


A resposta para as duas perguntas acima é: “Para reviver o racismo”. Criando leis diferentes para diferentes grupos, você os separa, cria um muro entre eles, os colocando como “diferentes”. O racismo que existe hoje vem da tentativa do governo de mostrar que negros e brancos são raças diferentes.


Todos se tornam iguais quando são tratados como iguais.


Mas num país cheio de leis diferentes para diferentes grupos, desde étnicos até sociais, é querer demais que essas pseudo-diferenças sejam extintas.


Mas o que mais me admira é que são formados “grupos de negros” e esses se tratam como diferentes, apóiam o sistema de cotas e são tão radicais que podem chegar ao ponto de dizer racismo o simples fato de um branco brigar com um negro na rua por causa de mulher.


Algumas pessoas parecem querer que o racismo continue, tanto negros quanto brancos, para assim continuarem a lutar para mostrar qual “raça” é melhor. E isso se aplica também a ricos X pobres, esquerdistas X direitistas, e por aí vai… O racismo que existe hoje, não vem do antigo conceito “científico” de raça pior ou melhor, e sim do que nos é ensinado, do que nos é mostrado!


As pessoas parecem gostar de criar essas falsas diferenças.


Isso me faz pensar que a mentalidade humana anda recuando um pouco. A brasileira então, nem se fala, parou no tempo de Xica da Silva. Há falta de perspectiva, de um objetivo maior, de um sentido para a vida.


Ass : Isabela


Ps : Jean te amo ♥

2 comentários:

  1. Argumentos interessantes.Mas a culpa por essas diferenciações por "raça" ou gênero permanecerem cancradas na sociedade também é culpa de toda uma hipocrisia por parte do todo, manipulações politicas de um minoria
    ( como foi parcialmente exposto no texto), falta de investimento na educação ( o que não deixa de ser culpa do governo, e outros N motivos.

    Dizer que a realidade brasileira parou no tempo é muito relativo, temos que especificar com que outro país estamos comparando e em que aspecto. O Brasil pode ser mais avançado do que os Estados Unidos no "contexto racial", por exemplo.

    Mas o alerta que tu fez é valido, e merece parabéns!

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  2. Aiin GENTEE que orgulhoo meu PROF°

    Ha'Ha'
    Obriigadaa Bartyson *-*
    Pelo comentarioo...^^

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